Em Acauã Exército descobre esquema de fraude na operação carro-pipa

O Exército abastece mais de 100 mil famílias no semiárido em 29 municípios

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O Exército abriu processo administrativo e investiga pipeiros suspeitos de adulteração de equipamentos no interior do estado. Eles utilizam motos, bicicletas e veículos de passeio para tentar driblar o percurso de carros-pipa.

Mês passado, dois equipamentos foram apreendidos em uma moto e o suspeito tentava driblar o sistema de monitoramento via satélite. A fraude deixou centenas de famílias sem abastecimento de água na cidade de Acauã ( a 463 km de Teresina).

O Exército abastece mais de 100 mil famílias no semiárido em 29 municípios.

O esquema de corrupção acontece da seguinte forma: o equipamento que faz o monitoramento do percurso é retirado do caminhão e instalado em uma moto ou veículo particular. Com isso,  eles fazem outro percurso e não entregam a água na comunidade.

“Como não houve flagrante ninguém foi preso. Os equipamentos foram recuperados e abrimos processo administrativo”, disse o capitão Vicente Veloso, coordenador da operação carro-pipa no estado.

O comandante do 25 Batalhão de Caçadores, Márcio Vieira Costa, destacou que uma minoria que tenta fraudar o monitoramento. “Acompanho com muita tristeza esses flagrantes de irregularidade. É uma operação que leva água a pessoas necessitadas e as adulteração são geralmente de pessoas da região que sabem a carência da região e que teimam em burlar o sistema”, disse o comandante.

Com a aproximação das altas temperaturas, a previsão é aumentar a procura de municípios por abastecimento via carro-pipa. Em 2017, a operação do Exército chegou a 56 municípios dos 224 cidades existentes.

Atualmente o governo federal gasta de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões com a operação carro-pipa. Um caminhão custa de R$ 6 mil a R$ 16 mil no Piauí, dependendo do percurso que faz.

Portal Cidade Verde

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